Morando em João Pessoa (PB), o visto americano é solicitado por o Consulado Americano do Recife. A Vale Visto atende clientes de todo o Brasil de forma 100% remota — análise técnica de perfil, DS-160 e preparação completa para a entrevista consular, sem precisar sair de casa.
O visto americano é a autorização emitida pelo governo dos EUA para que estrangeiros ingressem no país. Brasileiros precisam de visto para qualquer finalidade — não há programa de isenção (ESTA) disponível para o Brasil, diferente do que ocorre com Europa, Canadá ou Japão.
O pedido é feito em duas etapas: preenchimento do formulário DS-160 online e entrevista presencial em um dos consulados dos EUA no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre ou Recife).
A entrevista dura em média 3 minutos. O cônsul avalia três pilares:
Nossos clientes passam por simulação com perguntas reais antes do dia D. A preparação é o fator que mais reduz o risco de 214(b).
Viagens curtas, reuniões, compras
Graduação, pós ou curso de inglês
Ciência, arte, esportes, negócios
Residência por interesse nacional
Avaliamos qual categoria de visto encaixa no seu objetivo e seu perfil atual.
48hFormulário em inglês, com 12 seções. Cada resposta é revisada por um especialista.
3 – 5 diasUS$ 185 via boleto Casa do Brasil. Recibo é necessário para agendar.
ImediatoDois compromissos: biometria (CASV) e entrevista. Prazos variam por cidade.
30 – 180 diasRoteiro com perguntas reais, correção de postura, revisão de vínculos.
1 semana antes3 minutos no consulado. Passaporte devolvido em 7–15 dias com o visto.
Entre 30 e 180 dias desde o início até a entrevista, dependendo do consulado e da época do ano. São Paulo costuma ser o mais rápido; Rio e Brasília variam mais.
Não é obrigatório, mas erros no DS-160 ou na entrevista são as principais causas de 214(b). A assessoria técnica reduz significativamente o risco e prepara o candidato para a entrevista.
Primeiro identificamos o motivo: 214(b) é o mais comum e permite nova aplicação imediata com perfil reforçado. 221(g) é administrativo e exige documentação complementar. Tratamos ambos.
Sim, todos os brasileiros de qualquer idade. Menores de 14 anos e maiores de 80 costumam ter dispensa de entrevista, mas o DS-160 e a taxa são obrigatórios.
Sim. O B1/B2 tem validade de 10 anos e não exige passagem emitida. Para F1, O1 e L1 há exigências específicas de documento institucional.
Análise de perfil gratuita, revisão do DS-160, simulação de entrevista. Um especialista te acompanha até o carimbo.
Para quem sai de João Pessoa, o deslocamento até o posto consular mais próximo, a pouco mais de 100 km, cabe dentro de um único dia, seja de carro pela BR-101 seja de avião — a cidade tem aeroporto com voos curtos e frequentes para Recife, o que muitos preferem à estrada para evitar o trânsito de saída e chegada. Para quem trabalha em horário comercial, a viagem aérea reduz o impacto no dia: é possível sair pela manhã, cumprir o compromisso e voltar ainda à tarde. Já quem opta por ir de carro costuma reservar o dia inteiro, considerando o trajeto de ida, a espera e o retorno.
A economia de João Pessoa combina turismo de praia, com destaque para a Ponta do Seixas, o ponto mais oriental das Américas, e uma indústria têxtil tradicional que emprega boa parte da região metropolitana. Esse cenário aparece nos pedidos de visto de profissionais do setor de hospitalidade e turismo, trabalhadores da indústria têxtil com vínculo formal de longa data e famílias que recebem parentes que moram fora para conhecer as praias da cidade. Para esse público, carteira de trabalho, declaração do empregador e, no caso de reunião familiar, comprovante do parentesco costumam ser a base do dossiê. A região atendida a partir daqui inclui Recife, a 104 km, Natal, a 151 km, e Maceió, a 296 km.
Depende da rotina de cada um. O voo é mais rápido e reduz o tempo fora do trabalho, já que a ligação aérea com Recife costuma ser curta e frequente. Ir de carro pela BR-101 é mais barato, mas exige reservar o dia praticamente inteiro entre ida, espera e volta.
Não existe exigência exclusiva para esse setor. Carteira de trabalho assinada, contracheques recentes e uma declaração do empregador confirmando cargo e tempo de casa costumam ser suficientes para demonstrar vínculo empregatício estável, principalmente para quem está solicitando o visto pela primeira vez e ainda não tem histórico de viagens internacionais no passaporte.
A carta convite ajuda, mas não substitui a comprovação de vínculo com o Brasil. Documentos como comprovante de emprego, renda ou estudo, além de mostrar a intenção real de retornar após a viagem, costumam pesar mais na avaliação do que apenas a carta de quem está convidando.
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