Loteria de Vistos 2026: USCIS Retoma Análise de Casos
Após a suspensão iniciada em dezembro de 2025, uma liminar judicial em agosto de 2026 obrigou o USCIS e o Dep…
O seguro viagem figura na lista de documentos de praticamente todo processo de visto — mas é também um dos itens onde mais brasileiros tentam economizar, comprando coberturas mínimas que podem não atender os requisitos consulares. O resultado pode ser desde a recusa do visto até ficar preso num hospital europeu com uma conta que não tem como pagar.
A exigência de seguro viagem nos processos de visto não é burocracia vazia. A lógica é direta: se um estrangeiro passa mal num país e não tem como pagar o tratamento, o custo pode recair sobre o sistema público de saúde local. O consulado quer garantir que o visitante tem cobertura própria.
Exigência oficial: cobertura mínima de €30.000 para despesas médicas e repatriação, válida em todos os países da área Schengen, durante toda a estadia.
Países do Schengen mais visitados por brasileiros: Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Grécia.
Exigência: seguro de saúde com cobertura sem franquia (sem copagamento), válido em Portugal, com cobertura de ao menos €30.000. Para vistos de longa duração, muitos consulados exigem seguro de saúde válido pelo período completo do visto, não apenas a entrada.
Exigência: seguro de saúde com cobertura total em território espanhol, sem franquia, pelo período do visto. Valor mínimo não é sempre especificado, mas a ausência de franquia é critério rígido — seguros baratos com franquia alta são frequentemente recusados.
Exigência: seguro de saúde com cobertura mínima de €30.000, válido em toda a área Schengen.
O governo americano não exige seguro viagem para o visto B1/B2. Mas os EUA não têm sistema público de saúde universal — uma internação simples pode custar US$ 10.000 a US$ 100.000. Qualquer assessor sério recomenda seguro com cobertura de pelo menos US$ 100.000 para viagens aos EUA.
O IRCC não exige seguro como requisito formal, mas consulados frequentemente pedem como comprovante de viagem organizada e sólida. Cobertura mínima recomendada: CAD 100.000.
Para visto de estudante (subclasse 500), cobertura de saúde pelo OSHC (Overseas Student Health Cover) é obrigatória — contratada diretamente com operadoras credenciadas pelo governo australiano.
1. Cobertura de despesas médicas e hospitalares
É o item principal. Para Europa, nunca abaixo de €30.000. Para EUA, pelo menos US$ 100.000.
2. Cobertura de repatriação
Repatriação médica (transportar o paciente de volta ao Brasil em caso de emergência grave) e repatriação de restos mortais são coberturas diferentes. Ambas precisam estar no seguro.
3. Ausência de franquia (copagamento)
Vários seguros baratos têm franquia — você paga os primeiros €100, €200 ou €500 antes de a seguradora cobrir. Para vistos europeus de longa duração (especialmente Portugal e Espanha), a franquia é motivo de recusa. Exija "sem franquia" ou franquia zero.
4. Validade correspondente à estadia
O seguro precisa cobrir todo o período da viagem ou do visto, não apenas a entrada. Um seguro de 30 dias para uma viagem de 90 dias é inaceitável.
5. Cobertura COVID e outras epidemias
Desde 2020, vários consulados passaram a exigir cobertura específica para doenças infecciosas e epidêmicas. Verifique se consta na apólice.
6. Cobertura de atividades específicas
Se você vai praticar esportes (esqui, mergulho, trekking), verifique se estão incluídos. Muitos seguros básicos excluem atividades de risco.
Alguns seguros oferecidos online por valores de R$ 50 a R$ 100 para 30 dias na Europa parecem vantajosos — mas têm coberturas que não atendem os requisitos consulares ou têm franquias altas que os invalidam para vistos de residência.
Sinais de alerta:
Os valores variam conforme destino, duração e perfil do viajante:
| Destino e duração | Faixa de custo estimado |
|---|---|
| Europa — 30 dias | R$ 200 – R$ 600 |
| Europa — 90 dias (Schengen) | R$ 500 – R$ 1.500 |
| EUA — 30 dias | R$ 300 – R$ 800 |
| Portugal — visto D7/D8 (1 ano) | R$ 3.000 – R$ 8.000 |
Para quem vai morar no exterior por longo período (mais de 6 meses), um plano de saúde internacional é geralmente mais adequado e econômico do que renovar seguros viagem mensalmente. Planos internacionais cobrem consultas de rotina, prevenção e exames — o seguro viagem é voltado a emergências.
Qualquer empresa de seguro serve para o visto Schengen?
A maioria dos consulados não exige empresa específica, mas a apólice precisa cumprir os requisitos (cobertura mínima de €30.000, válida em todos os países Schengen, sem franquia para longas estadias). Verifique as condições gerais da apólice antes de comprar.
Posso usar o seguro do cartão de crédito?
Em geral não — os seguros de cartão têm coberturas muito limitadas que não atendem requisitos consulares. Verifique a apólice específica do seu cartão antes de depender dela.
E o seguro-saúde do plano brasileiro? Vale no exterior?
A maioria dos planos de saúde brasileiros tem cobertura extremamente limitada no exterior (quando têm). Não use como substituto do seguro viagem em processos de visto.
Nossa equipe indica as coberturas mínimas exigidas para cada tipo de visto e ajuda a evitar o erro de contratar seguro inadequado que atrasa ou reprova o pedido.
Solicite assessoria completa com a Vale Visto →
Atualizado em setembro de 2026. Requisitos de seguro podem ser atualizados pelos consulados — confirme sempre antes de contratar.
Após a suspensão iniciada em dezembro de 2025, uma liminar judicial em agosto de 2026 obrigou o USCIS e o Dep…
Aprenda a diferenciar boatos de regras oficiais e descubra como as novas diretrizes do USCIS para 2026, inclu…
Guia completo e atualizado sobre como emitir o visto mexicano em 2026, com orientações detalhadas sobre o Vis…
Tudo sobre seguro viagem e exigências de visto em 2026: cobertura mínima exigida por país, como escolher, o que os consulados verificam e por que o seguro barato pode custar caro.