Quem mora em Franca fica a cerca de 400 km do Consulado dos Estados Unidos, pela Anhanguera. É a capital brasileira do calçado masculino, com um parque industrial que exporta para os Estados Unidos e a Europa e envia representantes a feiras internacionais todo ano. É desse contexto que sai boa parte da documentação de vínculo com o Brasil. A Vale Visto conduz o processo à distância de ponta a ponta: análise técnica do perfil, preenchimento do DS-160, pagamento da taxa, agendamento no CASV e no consulado e ensaio completo da entrevista, para que a viagem até o balcão aconteça uma vez só. Boa parte dos nossos clientes em Franca são industriais e representantes comerciais do setor calçadista e compradores que viajam a feiras na Itália e nos Estados Unidos.
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O visto americano é a autorização emitida pelo governo dos EUA para que estrangeiros ingressem no país. Brasileiros precisam de visto para qualquer finalidade — não há programa de isenção (ESTA) disponível para o Brasil, diferente do que ocorre com Europa, Canadá ou Japão.
O pedido é feito em duas etapas: preenchimento do formulário DS-160 online e entrevista presencial em um dos consulados dos EUA no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre ou Recife).
A entrevista dura em média 3 minutos. O cônsul avalia três pilares:
Nossos clientes passam por simulação com perguntas reais antes do dia D. A preparação é o fator que mais reduz o risco de 214(b).
Viagens curtas, reuniões, compras
Graduação, pós ou curso de inglês
Ciência, arte, esportes, negócios
Residência por interesse nacional
Avaliamos qual categoria de visto encaixa no seu objetivo e seu perfil atual.
48hFormulário em inglês, com 12 seções. Cada resposta é revisada por um especialista.
3 – 5 diasUS$ 185. O recibo do pagamento é necessário para agendar.
ImediatoDois compromissos: biometria (CASV) e entrevista. Prazos variam por cidade.
30 – 180 diasRoteiro com perguntas reais, correção de postura, revisão de vínculos.
1 semana antes3 minutos no consulado. Passaporte devolvido em 7–15 dias com o visto.
Entre 30 e 180 dias desde o início até a entrevista, dependendo do consulado e da época do ano. São Paulo costuma ser o mais rápido; Rio e Brasília variam mais.
Não é obrigatório, mas erros no DS-160 ou na entrevista são as principais causas de 214(b). A assessoria técnica reduz significativamente o risco e prepara o candidato para a entrevista.
Primeiro identificamos o motivo: 214(b) é o mais comum e permite nova aplicação imediata com perfil reforçado. 221(g) é administrativo e exige documentação complementar. Tratamos ambos.
Sim, todos os brasileiros de qualquer idade. Menores de 14 anos e maiores de 80 costumam ter dispensa de entrevista, mas o DS-160 e a taxa são obrigatórios.
Sim. O B1/B2 tem validade de 10 anos e não exige passagem emitida. Para F1, O1 e L1 há exigências específicas de documento institucional.
Análise de perfil gratuita, revisão do DS-160, simulação de entrevista. Um especialista te acompanha até o carimbo.
A viagem de Franca até São Paulo soma cerca de 340 km pela Anhanguera, o que dá de três horas e meia a quatro horas de estrada em condições normais. É uma distância no limite: dá para ir e voltar no mesmo dia se a entrevista for cedo, mas exige sair de madrugada e deixa pouca margem para atraso na fila. Muita gente prefere pernoitar na véspera, principalmente quem tem reunião de trabalho ou compromisso escolar dos filhos marcado para o dia seguinte e não pode arriscar voltar tarde da noite.
Por trás do parque industrial calçadista está uma cadeia de curtumes, fornecedores de componentes e pequenas oficinas terceirizadas que também gera pedidos de visto — donos de oficina que visitam fornecedores de insumo no exterior, técnicos de curtume convidados para treinamento em fábricas parceiras e filhos de empresários que vão estudar design de calçado fora do país. Esse grupo divide a demanda com moradores de cidades próximas como Ribeirão Preto, a 83 km, e Sertãozinho, a 91 km, que também gravitam em torno da economia industrial da região. Contrato de fornecimento, carta de convite de fábrica parceira ou matrícula em curso técnico costumam compor a comprovação de vínculo.
É possível, mas apertado. São cerca de 340 km pela Anhanguera, entre três e quatro horas de estrada em cada trecho. Quem tem entrevista cedo consegue voltar no mesmo dia, mas sem folga para atraso. Por segurança, quem tem compromisso de trabalho ou escola no dia seguinte prefere pernoitar na véspera.
Técnicos de curtume convidados para treinamento em fábricas parceiras no exterior, donos de oficinas terceirizadas que compram insumo importado e estudantes que vão cursar design de calçado fora do país também aparecem com frequência. Para esse público, carta de convite da fábrica parceira ou comprovante de matrícula costumam ser tão importantes quanto o contrato de trabalho.
Para quem tem horário de entrevista pela manhã, sim. Chegar na véspera evita o risco de atraso por trânsito ou imprevisto na estrada e permite descansar antes de um compromisso que exige atenção. Quem viaja e faz a entrevista no mesmo dia costuma chegar mais cansado, o que não ajuda quando as respostas precisam ser objetivas.
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