Perguntas que você nunca fez sobre vistos — respondidas por especialistas
Em 15 anos atendendo clientes, a equipe da Vale Visto acumulou uma coleção de perguntas que vão muito além do…
Para turismo de até 90 dias, brasileiros não precisam de visto para o Japão — há acordo de isenção de visto vigente. Essa isenção facilita a visita de reconhecimento antes de qualquer processo de imigração.
Para trabalhar, estudar ou residir por períodos mais longos, o visto é necessário.
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A categoria de visto mais relevante para brasileiros nipo-descendentes é o Status de Residência para Descendentes de Japoneses — o chamado Zairyu Shikaku para nikkeijin:
Este visto é uma das poucas categorias que permite trabalhar em qualquer área no Japão sem restrição — uma vantagem enorme em relação a vistos de trabalho convencionais.
Documentos necessários para descendentes:
> 🔗 Embaixada do Japão no Brasil – Vistos: [br.emb-japan.go.jp](https://www.br.emb-japan.go.jp/itprtop_pt/index.html)
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Criado em 2019, permite que estrangeiros trabalhem em 14 setores com escassez de mão de obra no Japão: construção, cuidados de saúde, agricultura, hotelaria, manufatura, entre outros.
Exige aprovação em exame de habilidades específicas da área e exame de proficiência em japonês (JLPT N4 ou superior para maioria das categorias).
Para quem foi aceito em universidade, faculdade técnica ou escola de idiomas japonesa. Permite trabalhar até 28 horas por semana durante os estudos.
Para pesquisadores e professores convidados por universidades ou institutos de pesquisa japoneses.
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O japonês é uma barreira real para quem não é descendente ou não estudou o idioma. Para nikkeis de segunda e terceira geração criados no Brasil, o japonês muitas vezes não foi transmitido — o que pode dificultar tanto o processo de visto quanto a adaptação.
Para quem não fala japonês, a vida prática no Japão é possível em cidades como Tóquio (onde o inglês é razoavelmente funcional em ambientes corporativos), mas exigente no cotidiano.
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Sim. O visto de descendente (Residente de Longa Duração) para sansei (neto) não exige proficiência em japonês — apenas a comprovação genealógica. O idioma facilita a adaptação, mas não é requisito para o visto em si.
O processo no consulado japonês no Brasil costuma levar de 3 a 6 semanas para casos com documentação completa.
Sim. Brasil e Japão têm acordo de previdência social que evita a dupla contribuição e permite a totalização de períodos contribuídos nos dois países para fins de aposentadoria.
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